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A Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, constituída em 6 de Janeiro de 1945 e reconhecida como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública em 15 de Junho de 1978, é uma associação multidesportiva de direito privado, sem fins lucrativos e coordenadora do Movimento Campista em todo o território nacional. A Federação assumiu o Estatuto de Utilidade Pública Desportiva em 6 de Março de 1996, estatuto esse que entre outras competências, direitos e deveres, lhe confere a representação nacional e internacional das seguintes modalidades:

  • Campismo
  • Caravanismo
  • Autocaravanismo
  • Montanhismo e suas disciplinas
  • Escalada
  • Pedestrianismo

No seu âmbito:

  • Promove e organiza o Campeonato Nacional de Escalada e Taça de Clubes;
  • Promove e organiza eventos de promoção do Pedestrianismo;
  • Promove, organiza eventos e actividades nacionais e internacionais de Montanhismo, Alpinismo e Escalada;
  • Promove e organiza eventos nacionais e internacionais de Campismo;
  • Regista e homologa os percursos pedestres para os quais dispõe de um serviço próprio;
  • Fomenta a preservação da natureza e a criação de espaços de Jardinagem.

É membro fundador da Confederação do Desporto de Portugal, de pleno direito da Fédération Internationale de Camping et de Caravaning, da Fédération Européene de la Randonee Pédestre, da Union Internationale des Associations d´Alpinisme e do International Council for Competition Climbing.

É composta por 687 associações federadas, num total de 63.268 praticantes activos, que desenvolvem as práticas desportivas que representa, contando para a sua promoção, desenvolvimento e enquadramento de quadros técnicos credenciados, sócios das associações federadas, desenvolvendo aí a sua actividade técnico-desportiva, actividade que vai desde a organização dos vários eventos que fazem parte dos calendários dos clubes e da FCMP até à formação, apoio aos cursos de iniciação, organização de estágios e cursos de especialização, etc.

Em 1 de Março de 2001, assinou um Protocolo de Cooperação com o Serviço Nacional de Protecção Civil que visa, essencialmente, a operacionalidade de equipas de resgate – tanto em montanha como em falésias costeiras e outros sítios de difícil acesso – que requeiram a utilização de técnicas de resgate especiais que são do domínio exclusivo dos técnicos da Escola Nacional de Montanhismo. Este protocolo atribui à Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal a coordenação, realização, activação e utilização dos grupos de salvamento existentes.

Por outro lado, segundo a lei nº 1/90 de 13 de Janeiro (Lei de Bases do Sistema Desportivo) com a clarificação que nos dá o decreto-lei 144/93 (Regime Jurídico das Federações Desportivas), o Estado, através do Estatuto de Utilidade Pública Desportiva – Despacho 28/96 do Gabinete do Primeiro Ministro de 6/3/96 – atribui a esta Federação a competência para o exercício, dentro do respectivo âmbito, de poderes regulamentares, disciplinares e outros de natureza pública para as modalidades que representa.